FW: [CGI-EON] Apagão do Facebook mostra falha da empresa ao concentrar servidores
It is in Portuguese but most of you can follow it. From Demi explaining about Facebook fail Vanda Scartezini Polo Consultores Associados Av. Paulista 1159, cj 1004 01311-200- Sao Paulo, SP, Brazil Land Line: +55 11 3266.6253 Mobile: + 55 11 98181.1464 Sorry for any typos. From: cgi-eon <cgi-eon-bounces@cgi.br> on behalf of Nivaldo Cleto <ncleto@nivaldocleto.cnt.br> Date: Wednesday, October 13, 2021 at 09:00 To: "cgi-eon@cgi.br" <cgi-eon@cgi.br> Subject: [CGI-EON] Apagão do Facebook mostra falha da empresa ao concentrar servidores <https://www.estadao.com.br/colunas/demi-getschko> [Imagem Demi Getschko]<https://www.estadao.com.br/colunas/demi-getschko> DEMI GETSCHKO<https://www.estadao.com.br/colunas/demi-getschko> Por dentro da rede<https://www.estadao.com.br/colunas/demi-getschko> Apagão do Facebook mostra falha da empresa ao concentrar servidores É de bom alvitre ter cartas na manga para o caso de falhas em serviços importantes 12/10/2021 | 05h00 Por Demi Getschko* - O Estado de S. Paulo Outubro começou com um inesperado evento: numa segunda-feira, logo após o horário do almoço no Brasil, perdeu-se o acesso a três das mais usadas redes sociais, Facebook, Instagram e WhatsApp<https://link.estadao.com.br/noticias/geral,apagao-do-whatsapp-o-que-causou-a...>. Ficaram inacessíveis ferramentas usadas por quase metade da humanidade. Qualquer que tenha sido o motivo da queda, seus efeitos foram muito sentidos – aos que centram sua atividades nestas plataformas foi devastador. A internet foi concebida como uma interligação de milhares de redes altamente distribuídas, evitando-se um ponto único de falha. Na rede, um sítio pode sair do ar, um servidor de e-mail pode ter um apagão, um cabo óptico submarino pode se romper, e teremos em todas essas situações impactos que variarão de intensidade e afetarão diferentemente seus usuários. Uma plataforma gigantesca com as citadas, entretanto, concentra em si mesma diferentes serviços. Emitentes, destinatários e conteúdo estão no mesmo barco e dependendo da mesma infraestrutura centralizada. Uma falha importante, que desative momentaneamente a plataforma, atingirá de forma incontornável todos os seus participantes e suas múltiplas expectativas de comunicação. Muitas vezes a participação em redes sociais é também o lenitivo para as agruras do dia a dia e formas de prover entretenimento e distração. Claro que sem chegar ao extremo da adicção, de nos tornarmos compulsivamente dependentes da interação nas redes em busca de uma gratificação emocional (em Admirável Mundo Novo, Huxley descreve o uso do “soma”, droga que traz a felicidade, a diversão e a despreocupação: “soma é tão bom como o álcool e a religião, e sem os seus problemas”). Mas as plataformas operam também como importantes canais de informação e, frequentemente, como ambientes em que se exerce atividade profissional<https://link.estadao.com.br/noticias/cultura-digital,empresas-tem-dia-perdid...>. O WhatsApp, por exemplo, que começou como um sucedâneo da telefonia comercial, em pouco tempo passou a ser uma forma importante de comunicação instantânea. Em comparação com o correio eletrônico, que é um processo assíncrono onde o diálogo segue um ritmo mais ameno definido pelas disponibilidades dos interlocutores, os mensageiros digitais substitutos da telefonia tendem a assumir seu mesmo comportamento síncrono, onde a mensagem “pede” para ser lida e respondida em tempo curto. Uma falha neste tipo de mensageria pode causar, portanto, lapsos sérios em comunicações comerciais e profissionais, indo bem além da simples perda de informação e entretenimento. O ditado português que o título sugere reza que “quem tem um, não tem nenhum”. Ou seja, se dependemos de um serviço específico, sem alternativas, mais hora menos hora teremos que nos haver com o problema de sua indisponibilidade. E essa indisponibilidade será mais crítica se o serviço em questão for usado em atividades profissionais diárias. Logo, é de bom alvitre ter cartas na manga para o caso de falhas em serviços importantes. Finalmente, o ditado parece que também serviria à perfeição para o que aconteceu tecnicamente neste o caso. Pelo que se soube – e que parece crível – houve uma concentração de servidores críticos como o DNS, que gera endereços de acesso, em uma única estrutura de rede, num único “sistema autônomo”. Quando, por algum motivo durante uma reestruturação da rede local, o caminho para esse sistema autônomo deixou de ser encontrável na internet, o mundo passou a não localizar mais esses servidores. E, para complicar, as três plataformas estavam presentes conjuntamente nessa única rede… Sem redundância: “quem tem um, não tem nenhum”. *É ENGENHEIRO ELETRICISTA https://link.estadao.com.br/noticias/geral,apagao-do-facebook-mostra-falha-d...
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Vanda Scartezini